PREFEITURA DE MARINGÁ SÓ GANHA, RECEBE IMPOSTOS E DOAÇÕES DA POPULAÇÃO.

 Equipe do Serviço Família Acolhedora recebeu do CMDA um automóvel nesta sexta-feira

















"O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, desenvolvido pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (SASC), recebeu nesta sexta-feira (8), um automóvel do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente adquirido com recursos do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA). O veículo custou R$46 mil". 

Fonte: Prefeitura de Maringá

Minha Opinião.

Lamento esta iniciativa do CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que destinou recursos do FIA Fundo da Infância e Adolescência para a Prefeitura. Os recursos são arrecadados pela doação do imposto de renda das pessoas que destinam parte que iria para o Governo Federal para as entidades que atendem Crianças e Adolescentes de Maringá, sendo que 20% fica para o CMDCA.

Na minha opinião, deixo claro que é a "minha opinião", esses recursos deveriam ser destinados para as entidades, afinal as doações são arrecadas em nome dos serviços que as entidades prestam devido o poder público, no caso a prefeitura, não cumprir com suas obrigações.

As pessoas pagam impostos para o poder público oferecer os serviços públicos que a população precisa, e ainda as doações que fazem que deveriam ser para as entidades também vão para a Prefeitura de Maringá.

A Prefeitura recebe impostos, não concordo que receba também as doações que reitero, deveriam ser destinadas para todas as ONG's que brilhantemente fazem os serviços que são de obrigação do Poder Público. Deveriam ter distribuido em partes iguais entre as entidades o valor deste carro.

O Programa Família Acolhedora é importante e necessário, embora precise ser melhorado e mantido pelos impostos que a Prefeitura arrecada e não com a doação dos Cidadãos de bem de Maringá.

De maneira muito respeitosa, fiquei pasmo com a postura do Presidente do CMDCA de Maringá, Doutor em História, Servidor da UEM Universidade Estadual de Maringá, permitir que o dinheiro doados pelas pessoas não tivessem o destino os quais os doadores desejavam, ações para Crianças e Adolescentes atendidas pela ONG's. Reitero, os serviços para Criança e Adolescente realizados pela Prefeitura devem ser custeados pelos impostos. 

Sou à favor de todos investimentos para Crianças e Adolescentes, sou à favor que os recursos do FIA sejam totalmente destinado para as ONG's.

Caso eu não tenha sido claro na minha opinião, faça seus questionamentos nos comentários que respondo.

PORTADORA DE SÍNDROME DE DOWN LANÇA LIVRO EM MARINGÁ.

VANDRÉ FERNANDO

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Foi lançado no dia 08/04/15 em Maringá o livro "Juntos Somos Iguais", de Mariana Fernandes Gutierrez, primeira obra do Paraná escrita por um portador de síndrome de Down. Maria Fernandes é filha de pioneiros e segundo informações da Secom tem uma vida ativa, pratica natação e se classificou entre os primeiros lugares no esporte em competição estadual.

A escritora também frequenta uma escola regular de ensino e tem talento no desenho, um deles escolhido para ilustrar o cartaz de divulgação do 1º Encontro Maringaense de Arte sem Barreiras.

A coautora da obra “Juntos Somos Iguais” e psicopedagoga de Mariana, Iraci de França Moura, lembrou que o livro fala sobre superação, experiências de vida e também um relato das dificuldades enfrentadas pela autora. “Esta obra é motivo de orgulho e exemplo de como o estímulo é um importante caminho para a inclusão social”, afirmou.

FISCALIZAÇÃO DE FESTAS IRREGULARES

Nos dias 02, 03, 04 e 05 de abril de 2015 o Conselho Tutelar, Polícia Militar, Polícia Civil, Fiscalização da Prefeitura e Guarda Municipal, continuaremos com nossos trabalhos de proteger as Pessoas oferecendo mais segurança para Maringá.

Precisamos que a população nos ajude, fazendo denuncias de "Festas Irregulares" com drogas, bebidas alcoólicas, sem alvará, sem segurança, que coloquem em risco a Vida e integridade dos participantes em especial os muitas vezes inconsequentes Adolescentes.

Conselho Tutelar 3901-2276
Policia Militar 190
Policia Civil 197
Guarda Municipal 153

Agradecemos o apoio das Pessoas de Bem da nossa cidade.

As autoridades estão fazendo as partes deles, precisamos que Pais e Adolescentes façam as suas.

Vandré Fernando - Conselheiro Tutelar em Maringá

REFLEXÃO

VANDRÉ FERNANDO

Resolva suas pendências! Peça perdão, perdoe e diga o que precisa ser dito a quem interessa e não a terceiros. Seja livre!
Helena Tannure

VOCÊ SABE O QUE É TRABALHO INFANTIL DOMÉSTICO?


O trabalho infantil doméstico caracteriza-se como“aquele que é realizado por crianças e adolescentes, fora de suas casas e dentro da casa de terceiros, que tem sido executado em troca de um salário ínfimo ou de uma promessa de roupa, escola e alimentação” (Costa, 1996).
De acordo com a pesquisa realizada pelo SINDOMÉSTICO em 2007, através do Projeto Meninas Livres – em Prol da Infância, Juventude e Educação, as funções desempenhadas por crianças e adolescentes em
casas de terceiros, caracterizando trabalho infantil doméstico, foram identificadas como: cozinhar, lavar roupa, cuidar de crianças, passar roupas, limpar casa, entre outras.
A tarefa de cuidar de uma c r i a n ç a , p o r e x emp l o, constitui-se num grande risco não somente à saúde de quem cuida, mas, também de “quem está sendo cuidado”.
Considerando que ainda não existe amadurecimento suficiente no que diz respeito aos aspectos psíquicos, físicos, cognitivos dessa criança cuidadora, que certamente não terá condições de enfrentar as situações desafiadoras que estão sempre presentes nesse universo.
Porém, é importante distinguirmos as tarefas que são desempenhadas pelas crianças em suas próprias casas,
como arrumação da cama, dos brinquedos, dos materiais escolares, e outras, caracterizadas como processos educativos na formação do senso de responsabilidade, companheirismo, cooperação e partilha.
Existem diversos fatores, que originaram a prática da exploração do trabalho infantil doméstico, quer seja pelas condições sócio-econômica dessas crianças e adolescentes, quer seja por crenças e valores instituídos
culturalmente na nossa sociedade, como o que diz que: “é melhor a criança estar trabalhando, que ficar na rua aprendendo o que não presta”, ou “mente vazia é morada para a malandragem”. Valores que precisamos desconstruir, a partir de práticas educativas cotidianas, que podem ser implementadas nas nossas casas, na escola, no nosso trabalho, com nossos vizinhos, num exercício pleno de amor, respeito e cidadania.

REFLEXÃO

VANDRÉ FERNANDO

Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir. Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo. Que tenham ideais e medo de perdê-lo. Que amem ao próximo e respeitem sua dor. Para que tenhamos certeza de que: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.

Carlos Drummond de Andrade

REFLEXÃO

VANDRÉ FERNANDO

"O céu não será meu paraíso se eu não encontrar lá minha mulher".
Andrew Jackson - (1767/1845), advogado e político americano.

ESTRÉIA EM MARINGÁ

Site com notícias de Maringá e região, o Maringá News  entra oficialmente no ar a partir de hoje 01/08/14. As informações serão atualizadas ao longo do dia, incluindo novidades na área jornalística.

MORRE JOÃO UBALDO

VANDRÉ FERNANDO

18/07/2014
Precisa-se de matéria prima para construir um País
por João Ubaldo Ribeiro 

“A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve. E o que vier depois de Lula, com certeza, também não servirá para nada.
Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão e corrupto que foi Collor, ou na farsa, como dizemos nas ruas, que é o Lula. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a “esperteza” é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. 

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, em caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal e se tira um só jornal, deixando os demais onde estão.

Pertenço ao país onde as “empresas privadas ou as repartições públicas” são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos… e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu “puxar” a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.

Onde fazemos “gatos” para roubamos luz e água e nos queixamos de como esses serviços estão caros.
Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior é o nosso atual Presidente, que recentemente falou que é “muito chato ler”) e não há consciência nem memória política, histórica nem econômica. Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar os que não tem, encher o saco dos que tem pouco e beneficiar só a alguns privilegiados.

Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser “comprados”, sem fazer nenhum exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar.

Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Collor, do Fernando Henrique, do Itamar e do Lula, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem “molhei” a mão de um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como brasileiro, apesar de ainda hoje de manhã passei para trás um alguém através de uma pequena fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.
 Como “Matéria Prima” de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa.
Esses defeitos, essa “esperteza brasileira” congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalos, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, eleitos por nós. Nascidos aqui, não em outra parte.

Eu me entristeço. Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada. A maior possibilidade de mudança está em nós.

Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa “outra coisa” não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente sacaneados!

É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilianidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda…
Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias. Nós temos que mudar, um novo governante com os mesmos brasileiros não poderá fazer muita coisa. Está muito claro… Somos nós os que temos que mudar.

Sim, creio que isto se encaixa muito bem em tudo o que anda nos acontecendo: desculpamos a mediocridade mediante programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido.

Sim, decidi procurar ao responsável e estou seguro que o encontrarei quando me olhar no espelho. Aí está. Não preciso procurá-lo em outro lugar. E você, o que pensa? MEDITE!”

CONSELHO TUTELAR DE MARINGÁ REALIZA PALESTRA PARA SERVIDORES/FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS MUNICIPAIS.


Hoje pela manhã no Auditório Hélio MoreiraPrefeitura o Conselho Tutelar vai realizar Palestra sobre "Educação dos Filhos de Acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente" e distribuir impressos sobre vários temas relacionados a infância e adolescência quinta-feira na SEMUSP às 10 horas na 1ª SEMPAT e 8ª SIPAT.

DEVO SATISFAÇÕES PARA A POPULAÇÃO POR EU EXERCER CARGO PÚBLICO.



Considerando que exerço cargo público, devo satisfações para a população que paga meu salário e também devo respeitar as leis, informo que diretamente tenho atuação política desde os meus 17 anos, sem considerar as buscas de adolescente q quer se encontrar, identificar e se envolve em Movimento Estudantil e outros movimentos Sociais e Religiosos os quais iniciei por volta dos meus 12 anos. Portanto fica evidente que não preciso do meu cargo para fazer política partidária. 

Estamos entrando em mais um período eleitoral e vou apoiar candidatos à Deputado Estadual e Federal, Senador, Governador e Presidente da República. Na busca de ser ético, respeitando minha função de Conselheiro Tutelar, declaro que vou tirar férias no mês de setembro e folgas nos meses de julho e agosto as quais tenho direito legalmente. 

Todas estas situações serão informadas ao Ministério Público e Judiciário. Declaro ainda que focado em eliminar qualquer boato, inverdade, calúnia q tenha por objetivo me prejudicar pessoalmente, profissionalmente e politicamente coloco meu sigilo bancário, telefônico, digital e certidão criminal à disposição para qualquer pessoa ou instituição que tenha interesse, basta me solicitar. 

Para que fique claro, vou fazer política na minha casa, nos comitês, ruas, empresas... nos meus dias e horários de folgas do meu trabalho!  

Atenciosamente,
Vandré Fernando
Cidadão Maringaense, Paranaense e Brasileiro.

Ministério Público requer recolhimento e recall de espumante destinado a crianças


O Ministério Público do Paraná ingressou com ação civil pública, com pedido de antecipação de tutelar, para impedir que a Viti Vinícola Cereser continue a comercializar, em todo o território paranaense, a bebida Spunch. Na ação, proposta pelos promotores de Justiça Maximiliano Ribeiro Deliberador, da 2.ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, e Ana Paula Pina Gaio, da 3.ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, ambas de Curitiba, o MP requer a aplicação de multa diária de R$ 100 mil, caso a empresa continue comercializando do produto no Estado.

O Spunch é um espumante destinado a crianças que, embora não contenha álcool, tem embalagem similar a de um champagne tradicional, inclusive fechado com rolha e metal. Por esse motivo, o MP-PR entende que o comércio do produto pode induzir a população infantojuvenil ao consumo de bebidas alcoólicas.

Recall – As Promotorias também pedem, na ação, que a vinícola faça o recall dos produtos já distribuídos, promovendo a retirada dos espumantes que ainda se encontrarem disponíveis ao consumidor, sob pena de pagamento de R$ 1 mil, por garrafa encontrada.

O recall, conforme estabelecido em Portaria 487/2012 do Ministério da Justiça, inclui a necessidade da Cereser elencar os fornecedores para quem comercializou o Spunch e a sua quantidade; identificar a distribuição geográfica do produto em relação aos mercados; realizar planos de mídia, a ser veiculado na imprensa, e de atendimento ao consumidor, e promover o aviso de risco voltado aos compradores.

Na inicial ainda é requerido que a empresa seja condenada a pagar dano moral coletivo. O valor deverá ser arbitrado pelo Juízo.

A ACP proposta pelas Promotorias é fruto de um inquérito civil instaurado para averiguar a venda do espumante infantil. Fotografias colhidas à época mostram que, além de terem similaridade com a embalagem do produto destinado a adultos, as garrafas do Spunch são decoradas com motivos infantis (Disney), de forma a servir como atrativo para as crianças.

Na época em que o procedimento foi iniciado, o fornecedor da bebida argumentou ao MP que “os refrigerantes e sucos gaseificados, ainda que apresentados em embalagens comemorativas, não induzem aos hábitos etílicos e/ou a comportamentos socialmente inaceitáveis”.